terça-feira, 29 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Melhor que todo lugar (Anderson Freixo)
Xingú
Bangú
Itú
Pra tomar
Mas David não quer
David só toma no Cu.
Bangú
Itú
Pra tomar
Mas David não quer
David só toma no Cu.
terça-feira, 22 de março de 2011
Amigos em terra e amigos no mar.
O mais que bacana
Um bacana não precisa ter dinheiro. Essa é a realidade do meu amigo bacana. Saímos para tomar cerveja, para isso sempre arrumamos um qualquer. A verdade é que o adjetivo bacana ainda se faz pouco para definir essa pessoa tão boa como amigo. Dividir histórias em comum, meio complicado de se entender, mas sem mesmo saber circulamos na mesma esfera no quesito "mulher". Em se tratando de música até que divergimos bastante, mesmo assim temos um gosto em comum por Pink Floyd, o que nos rende bons dias bebendo, semi-bêbados, à meia luz viajando nos solos de Sax estonteantes de Dick Parry ou nos solos de guitarra cheios de emoção do David Gilmour que rolam na vitrola (sim, somos adeptos do vinil). Se o pré vestibular me serviu para alguma coisa, com certeza foi para conhecer "o bacana". Desde o começo generoso, nunca perdeu a compostura. Excelente companheiro de bar, se bem que todos que descrevo aqui também o são. As vezes chego a pensar que a razão de uma amizade tão forte se dá justamente pelo local de gosto comum de todos: bar com sinuca e cerveja. Quem precisa de mais para ser feliz? Meu amigo bacana é de tempos, nem sempre pudemos ser próximos. Faculdade, trabalhos, estágios. Por um tempo pensei que não teria-o mais no meu ciclo de amizade. Mas assim como o mundo, a vida também dá as suas voltas. Justamente numa dessas voltas retomamos, sem eu nem lembrar como, a antiga e boa amizade mantendo-a desde então numa "constância crescente". Poucas palavras para explicar um laço forte e o carinho que tenho por esse cara mais que bacana.
O farto sensível
Esse cara é uma figura. Sensível de todas as maneiras possíveis, principalmente no que tange sua saúde sempre debilitada. Um cara muito esperto, tá sempre mal, o que faz as "gatinhas" ficarem com dó, peninha dele e irem todas visita-lo. Malandro ele... na verdade, eu desconfio mesmo que ele tenha algum problema psicológico, mas também não dúvido de que essa seja sua "arma secreta". Partes em parte, o sensível é um dos meus mais antigos amigo. Mesmo quando eu não sabia de sua existência ele já me admirava enquanto eu jogava vôlei na escola. Como eu costumo dizer, era um amor platônico que se tornou real. Um amor que só as pessoas que conhecem o real sentido de amizade poderiam entender. As coisas começaram por causa de um livro que eu ganhei para incentivar o peso da minha poesia. Claro, depois de um tempo larguei a poesia e comecei a escrever aleatoriamente, sem necessariamente considerar poema, conto, cantiga, cordel, seja lá o que for. O sensível é um exímio escrito, talvez o mais rebuscado dentre os que eu conheço que escrevem. Seu carinho e o valor que ele dá aqueles de quem gosta é algo que, se eu não tivesse vivido, com certeza não acreditaria que existe (ainda mais se fosse postado num blog). Por ele eu não só desenvolvi um carinho fraterno como também um sentido de proteção. Ou seja, o que atinge ele também me atinge, talvez em menor grau, pois jamais poderei sentir exatamente como outra pessoa, mas ainda assim o suficiente para me abalar.
O meio Chico.
Olhar penetrante. Dedos correntes no violão. "Toca mais uma do Buarque", ainda consigo ouvir as meninas pedindo. Rapaz talentoso e talvez a mais recente amizade, mas nem por isso fraca, muito pelo contrário, dividirmos mesas de bar com tanta frequência estabeleceu pontos muito firmes. Meio Chico, talvez uma versão atualizada do antigo, não que ele componha tão bem quanto dizem que o original compõe, mas no olhar fino sobre a vida e sobre as mulheres, nisso eu devo enfatizar, creio que o meio Chico é melhor que o Chico inteiro. Esse é o cara que te acompanha, te leva até em casa quando está muito tarde, um amigo que por vezes se anula e prol do outro. Faça chuva ou faça sol, se for fim de semana e tiver uma grana, não há tempo que esteja ruim. É um barato parar na porta de casa e só brincar de musicar a lua. Quantas letras fizemos? Duas talvez... pouco, mas sem dúvida as melhores já feitas. E falo sem modéstia mesmo, o "entrosamento" é complementar, sua habilidade melódica sustenta minha falta de teoria musical. Meio Chico é um cara de faro apurado e olhar certeiro. Parece as vezes desafiar. Anda reto, boa conversa, só não o queira ver bêbado... faz biquinho pra contar história. As histórias são muitas, mesmo em tão pouco tempo, de qualquer forma fazer história me proporcionou mais que instrução, me proporcionou conhecer esse cara meio Chico.
Um bacana não precisa ter dinheiro. Essa é a realidade do meu amigo bacana. Saímos para tomar cerveja, para isso sempre arrumamos um qualquer. A verdade é que o adjetivo bacana ainda se faz pouco para definir essa pessoa tão boa como amigo. Dividir histórias em comum, meio complicado de se entender, mas sem mesmo saber circulamos na mesma esfera no quesito "mulher". Em se tratando de música até que divergimos bastante, mesmo assim temos um gosto em comum por Pink Floyd, o que nos rende bons dias bebendo, semi-bêbados, à meia luz viajando nos solos de Sax estonteantes de Dick Parry ou nos solos de guitarra cheios de emoção do David Gilmour que rolam na vitrola (sim, somos adeptos do vinil). Se o pré vestibular me serviu para alguma coisa, com certeza foi para conhecer "o bacana". Desde o começo generoso, nunca perdeu a compostura. Excelente companheiro de bar, se bem que todos que descrevo aqui também o são. As vezes chego a pensar que a razão de uma amizade tão forte se dá justamente pelo local de gosto comum de todos: bar com sinuca e cerveja. Quem precisa de mais para ser feliz? Meu amigo bacana é de tempos, nem sempre pudemos ser próximos. Faculdade, trabalhos, estágios. Por um tempo pensei que não teria-o mais no meu ciclo de amizade. Mas assim como o mundo, a vida também dá as suas voltas. Justamente numa dessas voltas retomamos, sem eu nem lembrar como, a antiga e boa amizade mantendo-a desde então numa "constância crescente". Poucas palavras para explicar um laço forte e o carinho que tenho por esse cara mais que bacana.
O farto sensível
Esse cara é uma figura. Sensível de todas as maneiras possíveis, principalmente no que tange sua saúde sempre debilitada. Um cara muito esperto, tá sempre mal, o que faz as "gatinhas" ficarem com dó, peninha dele e irem todas visita-lo. Malandro ele... na verdade, eu desconfio mesmo que ele tenha algum problema psicológico, mas também não dúvido de que essa seja sua "arma secreta". Partes em parte, o sensível é um dos meus mais antigos amigo. Mesmo quando eu não sabia de sua existência ele já me admirava enquanto eu jogava vôlei na escola. Como eu costumo dizer, era um amor platônico que se tornou real. Um amor que só as pessoas que conhecem o real sentido de amizade poderiam entender. As coisas começaram por causa de um livro que eu ganhei para incentivar o peso da minha poesia. Claro, depois de um tempo larguei a poesia e comecei a escrever aleatoriamente, sem necessariamente considerar poema, conto, cantiga, cordel, seja lá o que for. O sensível é um exímio escrito, talvez o mais rebuscado dentre os que eu conheço que escrevem. Seu carinho e o valor que ele dá aqueles de quem gosta é algo que, se eu não tivesse vivido, com certeza não acreditaria que existe (ainda mais se fosse postado num blog). Por ele eu não só desenvolvi um carinho fraterno como também um sentido de proteção. Ou seja, o que atinge ele também me atinge, talvez em menor grau, pois jamais poderei sentir exatamente como outra pessoa, mas ainda assim o suficiente para me abalar.
O meio Chico.
Olhar penetrante. Dedos correntes no violão. "Toca mais uma do Buarque", ainda consigo ouvir as meninas pedindo. Rapaz talentoso e talvez a mais recente amizade, mas nem por isso fraca, muito pelo contrário, dividirmos mesas de bar com tanta frequência estabeleceu pontos muito firmes. Meio Chico, talvez uma versão atualizada do antigo, não que ele componha tão bem quanto dizem que o original compõe, mas no olhar fino sobre a vida e sobre as mulheres, nisso eu devo enfatizar, creio que o meio Chico é melhor que o Chico inteiro. Esse é o cara que te acompanha, te leva até em casa quando está muito tarde, um amigo que por vezes se anula e prol do outro. Faça chuva ou faça sol, se for fim de semana e tiver uma grana, não há tempo que esteja ruim. É um barato parar na porta de casa e só brincar de musicar a lua. Quantas letras fizemos? Duas talvez... pouco, mas sem dúvida as melhores já feitas. E falo sem modéstia mesmo, o "entrosamento" é complementar, sua habilidade melódica sustenta minha falta de teoria musical. Meio Chico é um cara de faro apurado e olhar certeiro. Parece as vezes desafiar. Anda reto, boa conversa, só não o queira ver bêbado... faz biquinho pra contar história. As histórias são muitas, mesmo em tão pouco tempo, de qualquer forma fazer história me proporcionou mais que instrução, me proporcionou conhecer esse cara meio Chico.
sábado, 19 de março de 2011
Verso com verso: antes da execução
O carrasco chorou Pediu perdão
O condenado não rezou Sofreu solidão
A multidão se aglomerou Saíram de Plantão
A aprovação lhe sentenciou Deram total confirmação
Mas a guilhotina não funcionou A guilhotina disse "não"
sexta-feira, 18 de março de 2011
Os sofrimentos do jovem Werther
Promessas sempre e sempre repetidas
transformaram suas esperanças em certeza,
carícias ousadas açulam seus desejos,
acaba cativando completamente a sua alma, e ela flutua,
num estado de semiconsciência, num sonho de ventura incomparável.
Tendo atingido o mais alto grau de impaciente espera,
quando enfim estende os braços para chegar à realização
de todos os seus votos...
Aquêle a quem tanto amava abandona-a.
Ei-la Privada de tôdas as faculdades de sentir e pensar.
Vê diante de si um abismo; em tôrno, trevas e só trevas:
nenhuma perspectiva para o futuro, nenhuma consolação,
nenhum raio de esperança, porque ele a deixou,
aquêle unicamente em que ela se sentia viver.
Não vê mais o universo em tôrno, nem aquêles que poderiam
substituir o bem perdido; sente-se sozinha, abandonada para sempre.
E então, cega, alucinada pela angústia horrível que lhe constringe
o coração, precipita-se na morte que a espiava de todos os lados,
a fim de nela afogar todos os seus tormentos... - Johann Wolgang Von Goethe.
Mais um blog.
Muitos blogs existem por aí. Muitos outros com a mesma temática que este que acabo de "construir": poesia. Se você a partir de agora irá acompanhar as atualizações, muito obrigado. Mas, tão logo eu canse, desfaço este blog juntamente com todas as poesias que estão nele, afinal, existem tantas palavras disponíveis que seria um pecado não ter nada de novo para escrever.
Embora eu tenha dito que a temática daqui é poesia não garanto aos caros leitores que só postarei poesias. Ideias soltas, questionamentos diários, enfim, resolvi expor um pouco de mim, sabendo do quão limitadas são as postagens possíveis num blog, sabendo o quão limitado sou para me expor, sinto-me a vontade e seguro para construir a imagem que eu melhor julgar de mim mesmo.
Este é só "mais um blog", de conteúdo subjetivo, como todos os outros. Um blog que talvez não faça a mínima diferença no mundo, mas que acima de tudo é a forma que encontrei de me forçar a escrever, pelo menos temporariamente, isso porque eu não escrevo por escreve, eu preciso escrever. Que seja bom ou ruim, tanto faz.
Embora eu tenha dito que a temática daqui é poesia não garanto aos caros leitores que só postarei poesias. Ideias soltas, questionamentos diários, enfim, resolvi expor um pouco de mim, sabendo do quão limitadas são as postagens possíveis num blog, sabendo o quão limitado sou para me expor, sinto-me a vontade e seguro para construir a imagem que eu melhor julgar de mim mesmo.
Este é só "mais um blog", de conteúdo subjetivo, como todos os outros. Um blog que talvez não faça a mínima diferença no mundo, mas que acima de tudo é a forma que encontrei de me forçar a escrever, pelo menos temporariamente, isso porque eu não escrevo por escreve, eu preciso escrever. Que seja bom ou ruim, tanto faz.
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