domingo, 14 de agosto de 2011

Fernão Capelo Gaivota

Um bom livro. Pequeno e fácil de ser lido. Mas não é por isso que ele me foi tão bom. Depois de mergulhar na madrugada em uma certa de conversa, naquele mesmo dia, mais cedo, me ofereceram o livro. E depois de tanto falar, quando eu já não conseguia ver direito as horas de tanto sono. Comecei a lê-lo. De repente eu não queria mais dormir. Mesmo assim o fiz. Deixei a leitura para o dia seguinte e em pouco tempo consumi todo o livro. Fala-se sobre os limites, os limites das gaivotas. Limite não se trata mais do que nossos pensamentos presos ao nosso corpo. Somos organizados em tempo e espaço. Se pensarmos que estes não existem seremos ilimitados. Não é uma tarefa fácil, mas eu acreditei no tipo de "lição", não daquelas forçadas, que o livro apresenta. Tratava-se além disso de um "hino a liberdade". Manter o coração leve com a certeza de que somos um traço de perfeição. Incrível como a leitura coube muito bem com a minha conversa da madrugada. Ele me foi oferecido com o discurso de que é um Livro Livre, damos para alguém e este alguém após sua leitura passa para outra pessoa. De alguma forma senti que o acaso se articulou mais uma vez. Não sei bem como terminar este texto. Então, recomendo-vos a leitura do livro. Sob o título "Fernão Capelo Gaivota."

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