When sky don't had colors
He was dipped in blue
While in my chest of empty space
A heart hurt she maked in their place
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Entre sonho e pesadelo
Por favor, me chamem de Gale.
E ao dormir, eis que tive o que poderia ser sonho ou pesadelo - definições a parte, e que a parte fiquem, a verdade é que eu ainda não tinha pegado no sono - talvez eu estivesse numa fase entre o fervilhar de passagens que o cérebro faz e o desligamento parcial do meu corpo. As imagens que correram minha cabeça estalaram fagulhas por todos meus músculos, tencionando cada um deles. O coração acelerava e era como se eu pudesse odiar o mundo, ou ao menos algumas figuras específicas dele, bem ali, da minha cama e imóvel. Chega de firulas e vamos a primeira e mais Leviatã das minhas armadilhas cerebrais:
Plano mental 1 - Eu morri. E todo resto da história se desenrola a partir disso. Eu morri e estava no céu com Deus e com Lúcifer. Fiquei no meio dos dois que, por suas vezes, não falavam nada. De lá eu podia assistir a tudo que acontecia com os que ficaram. Aí que começou minha tortura. As imagens passaram loucamente e acelaradas, simplesmente pulando todo meu funeral e umas poucas pessoas que lá choravam, diretamente para um fulano que em vida eu detestei com a força de minh'alma. Como se não bastasse estar bem sucedido - o que aliás era o que menos me importava - lá estava ele com a fulana que outrora tinha sido minha companheira. E os dois riam, apontavam para o céu como se pudessem tirar um sarro da minha cara. Estava felizes, andavam abraçados, quase que grudados pelas ruas, becos e vielas. Depois imagens de frutas surgiram - sim, estavam numa mesa - tinham vários pratos e um chester ao centro. Se abre minha visão e lá estão os dois, numa seia de natal oferecida pela famíla dela. Enquanto isso os anfitriões do paraíso me assistem, e eu explodo internamente como toda a minha ira, sem ousar externar, sem ousar me trair os sentimentos que me cortam feroz como um tornado. Mas, embora saiba que tudo foi irreal agora, naquele momento não era bem assim e, talvez se eu tivesse força divina, não sobraria fios de imagens que eu pudesse ver. Por seu turno, as imagens ainda passavam como passadas num álbum de fotografias. Os dois envelheceram e tiveram uma filha - estranhamente ela se parecia comigo e mais estranho ainda foi que, ao vê-la crescer, sua personalidade também tendenciava-se a mim - tal evento não passou despercebido pelos dois, porém quem mais se incomodou foi o fulano. A fulana, bem, essa parecia aturdida. Se pegava muitas vezes encarando a própria filha como se encarasse um fantasma. Já o fulano implicava com tudo o que a garota fazia e viviam em constante pé de briga. Não sei em que ponto aconteceu, mas aconteceu, e a fulana conhecia quase todos que eram meus amigos. Se bem que depois de morto eu pude contar apenas uns três que realmente pudesse ser chamados assim, de qualquer forma, ela foi até eles para entender como lidar com a suposta forma feminina da minha pessoa. As imagens simplesmente pararam aí... eu mexi um dos braços e sem querer acabei retornando a atual realidade. Mas, algo me ficou, concluí que não deve existir um julgamento pós morte pelos pecados cometidos. Talvez a gente só precise enfrentar aquilo que mais nos move pelo ódio e, quase como uma ironia, não poder fazer qualquer coisa para evitar, não poder escandalizar, ofender ou mesmo se resguardar. É como um soco em seu peito e que gradativamente lhe tira o ar, mas lentamente, para que você possa perceber o quanto tempo perdeu sem prestar atenção em vida que sequer respirava.
E ao dormir, eis que tive o que poderia ser sonho ou pesadelo - definições a parte, e que a parte fiquem, a verdade é que eu ainda não tinha pegado no sono - talvez eu estivesse numa fase entre o fervilhar de passagens que o cérebro faz e o desligamento parcial do meu corpo. As imagens que correram minha cabeça estalaram fagulhas por todos meus músculos, tencionando cada um deles. O coração acelerava e era como se eu pudesse odiar o mundo, ou ao menos algumas figuras específicas dele, bem ali, da minha cama e imóvel. Chega de firulas e vamos a primeira e mais Leviatã das minhas armadilhas cerebrais:
Plano mental 1 - Eu morri. E todo resto da história se desenrola a partir disso. Eu morri e estava no céu com Deus e com Lúcifer. Fiquei no meio dos dois que, por suas vezes, não falavam nada. De lá eu podia assistir a tudo que acontecia com os que ficaram. Aí que começou minha tortura. As imagens passaram loucamente e acelaradas, simplesmente pulando todo meu funeral e umas poucas pessoas que lá choravam, diretamente para um fulano que em vida eu detestei com a força de minh'alma. Como se não bastasse estar bem sucedido - o que aliás era o que menos me importava - lá estava ele com a fulana que outrora tinha sido minha companheira. E os dois riam, apontavam para o céu como se pudessem tirar um sarro da minha cara. Estava felizes, andavam abraçados, quase que grudados pelas ruas, becos e vielas. Depois imagens de frutas surgiram - sim, estavam numa mesa - tinham vários pratos e um chester ao centro. Se abre minha visão e lá estão os dois, numa seia de natal oferecida pela famíla dela. Enquanto isso os anfitriões do paraíso me assistem, e eu explodo internamente como toda a minha ira, sem ousar externar, sem ousar me trair os sentimentos que me cortam feroz como um tornado. Mas, embora saiba que tudo foi irreal agora, naquele momento não era bem assim e, talvez se eu tivesse força divina, não sobraria fios de imagens que eu pudesse ver. Por seu turno, as imagens ainda passavam como passadas num álbum de fotografias. Os dois envelheceram e tiveram uma filha - estranhamente ela se parecia comigo e mais estranho ainda foi que, ao vê-la crescer, sua personalidade também tendenciava-se a mim - tal evento não passou despercebido pelos dois, porém quem mais se incomodou foi o fulano. A fulana, bem, essa parecia aturdida. Se pegava muitas vezes encarando a própria filha como se encarasse um fantasma. Já o fulano implicava com tudo o que a garota fazia e viviam em constante pé de briga. Não sei em que ponto aconteceu, mas aconteceu, e a fulana conhecia quase todos que eram meus amigos. Se bem que depois de morto eu pude contar apenas uns três que realmente pudesse ser chamados assim, de qualquer forma, ela foi até eles para entender como lidar com a suposta forma feminina da minha pessoa. As imagens simplesmente pararam aí... eu mexi um dos braços e sem querer acabei retornando a atual realidade. Mas, algo me ficou, concluí que não deve existir um julgamento pós morte pelos pecados cometidos. Talvez a gente só precise enfrentar aquilo que mais nos move pelo ódio e, quase como uma ironia, não poder fazer qualquer coisa para evitar, não poder escandalizar, ofender ou mesmo se resguardar. É como um soco em seu peito e que gradativamente lhe tira o ar, mas lentamente, para que você possa perceber o quanto tempo perdeu sem prestar atenção em vida que sequer respirava.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Seu sete ( de Fábio Leoni para David Coutinho)
Sete, são seus caminhos, para o seu jogo.
Sete são os segundos que ele te pega.
Sete são os desejos que ele impõe.
Sete são os pecados que você comete.
Você não entende de numerologia, muito menos ele.
Mas o sete, se trata do seu sete.
Remete uma entidade.
Ela perde a castidade.
Um vício sem maldade.
Astuto como lobo.
Presa fácil.
Não redide incômodo.
Joga sujo.
Trânsita como um gato.
Subindo no telhado.
Quebrando as regras.
Desregrado como um fluxo.
Amado e odiado.
Ódio é um detalhe.
O amor é estranho.
Da parte delas.
Confuso e confunde.
Corrompe os santos.
As santas e seus orgasmos.
Barba de um velho.
Gasto no tempo.
Do intelecto.
Anjo maldito
Humor destrutivo.
Sete, são seus caminhos, para o seu jogo.
Sete são os segundos que ele te pega.
Sete são os desejos que ele impõe.
Sete são os pecados que você comete.
Você não entende de numerologia, muito menos ele.
Mas o sete, se trata do seu sete.
sábado, 19 de novembro de 2011
Amanhã
Estar mais um ano vivo e comemorar o início de um novo ciclo, são ideias básicas do que se é um aniversário. Ao refletir sobre isso notei que um novo ciclo não se inicia. Os problemas do dia 20 atravessarão o dia 21 e lá estarão no dia 22 (e assim será até a morte). Chego a pensar que festejar aniversários nada mais seja do que uma maneira de se auto-convencer que, assim como na virada do ano, dali pra frente tudo será melhor. Velhas pendências esquecidas. Erros apagados. Uma folha em branco novinha para sujarmos. Percebi o que me incomoda em aniversários, especialmente no meu. Acho que é o fato dele não significar absolutamente nada. O que mais poderia ser do que meia dúzia de gente te desejando tudo de melhor? Pessoas que não te conhecem, não sabem metade de você. Ou as que conhecem e também só poderão te ligar, afinal que culpa há se na segunda todos precisam trabalhar? Não, não, por mais que digam o dia do meu nascimento não é um dia especial pra ninguém. Melhor dizendo, ninguém nunca disse que era um dia especial, quem eu queria enganar? Um dia estarei velho e fraco comemorando com as paredes outro ano de vida, lembrando de que o dia do nascimento é só uma data pra lembrar de que o tempo passa e te destrói aos poucos. Estarei perto do fim e sozinho, não muito diferente de agora.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
21 de Novembro
Talvez Raskólnikov tenha nascido também nesse dia. Não que ele se pareça comigo em qualquer sentido, afinal Rodka se considera um gênio, indiscriminado e de certa forma escravo, pagando pena num mundo tão pueril e de pessoas tão sem graça. Nem mesmo a data tem qualquer influência sobre a personalidade, então podem se perguntar, que raios Raskólnikov e eu temos em comum? Respondo: temos em comum a minha associação de Novembro com morte. Especialmente o dia em que eu deveria comemorar estar vivo. Predicados a parte, Rodka um personagem gênio fictício Dostoievskano e eu, bem, retire tudo depois de personagem, compartilhamos do mesmo enfado. Vislumbramos que a vida é apenas um fio e por isso mesmo odiamos "parar na escada, escutar todas as tolices [...] estúpida até o absurdo, e que não lhe interessavam absolutamente nada; todos aqueles disparates [...], aquelas ameaças e lamentações, e, ademais, ter de falar, desculpar-se, mentir, não, preferia atirar-se como um gato pelas escadas abaixo e deixar-se cair ao abandono, contanto que não visse ninguém." - Rodka é isso em sua totalidade, já eu o sou parcialmente. O primeiro não tem qualquer vínculo, o segundo sim. Mas a essência é a mesma. Antes que se conheça, para nós, todos são indiferentes. De alguma forma, os dois personagens não passam despercebidos, nas histórias há quem lhes chamem pelo nome e eles, sorrindo retribuem com um "opa, camarada!". Sem ao menos saber seus nomes. Mas o texto não se trata de nós, se trata de um data. Do aniversário. Uma ocasião de festa, normalmente. Entretanto o 21 de Novembro não permite e não tolera alegria. É um dia nublado, frio, que me lembra "fim". Se o mundo um dia acabar tenho certeza de que o golpe fatal será dado em 21/11. Nada apocalíptico ou astrológico, apenas uma sensação. Passarei o dia contando os minutos para que ele acabe e talvez me atire como um gato pelas escadas abaixo.
sábado, 12 de novembro de 2011
De olhos bem fechados
Quando eu fechar os olhos
Por favor, me entenda
Quis apenas bulir-me das angústias
Ora tão incisivas e consoantes
Daí vacilo:
Trêmulo, minguante
Repouso esperando não acordar
Fito as paredes
Então aperto os olhos
Dilacero por dentro
Consumo -
E me mato mil vezes dormindo
Se eu não abrir os olhos
Por favor, me entenda
Por favor, me entenda
Quis apenas bulir-me das angústias
Ora tão incisivas e consoantes
Daí vacilo:
Trêmulo, minguante
Repouso esperando não acordar
Fito as paredes
Então aperto os olhos
Dilacero por dentro
Consumo -
E me mato mil vezes dormindo
Se eu não abrir os olhos
Por favor, me entenda
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Rio gratuito
Exibição de frases pré-moldadas
Acentuação de pontos ainda não requisitados
É tudo muito difícil de se entender
Estampas da cortina
Remendos impróprios certificando seus honorários
Hora passa, passa hora?
Vemos e pedimos isso toda hora
Instituição de unificação
Caçando sua comida
Roubando da nossa plantação
Temos um belo cristo
Que nos abraça todos os dias
Mas que parece ter se esquecido de nós
Temos o pão-de-açucar
Pena que não se pode comer
Durante o ano o que importa
Se mais uma vez
O Brasil perdeu a copa
Mas vamos levando
De estados a vendavais
De benefícios a capitais
É tudo muito difícil de se entender
As vezes nem eu sei
O que devo dizer
Aumentando o volume do som
Na noite se viu um clarão
Meu bloco de notas para nada mais serve
Está totalmente rabiscado
Mas eu ainda tenho um caderno:
Ele é verde com bolinhas brancas
Por enquanto vamos a ritmo de eleição
Não mais pela seleção!
Rapidamente chegamos a festa anuaL
Devemos nos importar agora
Com quem vencerá o carnaval
Mesmo com toda importância
E excessiva tolerância
Rio com certeza é o melhor lugar
De janeiro a Janeiro, pensando sempre no que virá
Aqui todos são carismáticos
Não há um que seja vulgar
Somos brincalhões
E as vezes rimos pra não chorar
Nossas praias protegidas por santos
Ao menos se podem consumar
Santos que não falam
Mas todos acreditam que estão lá
(O redentor pelo menos está)
E com todas essas qualidades
Quase me esqueço de mencionar
A ironia que aqui está
Não no rio, ela não ronda por lá
Mas aqui, bem à frente
Ela resolveu se prostar.
Achar graça de graça não custa nada
É apenas mais uma exibição
De frases pré-moldadas
É realmnete algo muito difícil de se entender
Imaginar pra quem não sabe ler.
Acentuação de pontos ainda não requisitados
É tudo muito difícil de se entender
Estampas da cortina
Remendos impróprios certificando seus honorários
Hora passa, passa hora?
Vemos e pedimos isso toda hora
Instituição de unificação
Caçando sua comida
Roubando da nossa plantação
Temos um belo cristo
Que nos abraça todos os dias
Mas que parece ter se esquecido de nós
Temos o pão-de-açucar
Pena que não se pode comer
Durante o ano o que importa
Se mais uma vez
O Brasil perdeu a copa
Mas vamos levando
De estados a vendavais
De benefícios a capitais
É tudo muito difícil de se entender
As vezes nem eu sei
O que devo dizer
Aumentando o volume do som
Na noite se viu um clarão
Meu bloco de notas para nada mais serve
Está totalmente rabiscado
Mas eu ainda tenho um caderno:
Ele é verde com bolinhas brancas
Por enquanto vamos a ritmo de eleição
Não mais pela seleção!
Rapidamente chegamos a festa anuaL
Devemos nos importar agora
Com quem vencerá o carnaval
Mesmo com toda importância
E excessiva tolerância
Rio com certeza é o melhor lugar
De janeiro a Janeiro, pensando sempre no que virá
Aqui todos são carismáticos
Não há um que seja vulgar
Somos brincalhões
E as vezes rimos pra não chorar
Nossas praias protegidas por santos
Ao menos se podem consumar
Santos que não falam
Mas todos acreditam que estão lá
(O redentor pelo menos está)
E com todas essas qualidades
Quase me esqueço de mencionar
A ironia que aqui está
Não no rio, ela não ronda por lá
Mas aqui, bem à frente
Ela resolveu se prostar.
Achar graça de graça não custa nada
É apenas mais uma exibição
De frases pré-moldadas
É realmnete algo muito difícil de se entender
Imaginar pra quem não sabe ler.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Nani, mas bem que poderia ser Tatá.
Nada é melhor
que ser o centro da sua atenção
vicia o talento inato
que você tem pra me fazer rir
jogue em mim teu afeto
sempre mais
pra quem sempre quis alegria
você perto satisfaz
como o vento traz vida ao ar
como o tempo passa e nos traz
o entendimento pra nos ajudar
o que eu peço é só
que esse jeito de ver o amanhã
sem ter um peso me prensando os ombros
daqui para o fim seja incerto caminhar
pra forçar em mim o desafio perpétuo
de te amar
como o vento traz vida ao ar
como o tempo passa e nos traz
o entendimento pra nos ajudar
não sentir medo de encarar
a pressão do sol
me acalma os passos
e o coração
a voz da alma
não tem mais som
no calor do sol
me acalma os passos
e o coração
a voz da alma
não tem mais som
que ser o centro da sua atenção
vicia o talento inato
que você tem pra me fazer rir
jogue em mim teu afeto
sempre mais
pra quem sempre quis alegria
você perto satisfaz
como o vento traz vida ao ar
como o tempo passa e nos traz
o entendimento pra nos ajudar
o que eu peço é só
que esse jeito de ver o amanhã
sem ter um peso me prensando os ombros
daqui para o fim seja incerto caminhar
pra forçar em mim o desafio perpétuo
de te amar
como o vento traz vida ao ar
como o tempo passa e nos traz
o entendimento pra nos ajudar
não sentir medo de encarar
a pressão do sol
me acalma os passos
e o coração
a voz da alma
não tem mais som
no calor do sol
me acalma os passos
e o coração
a voz da alma
não tem mais som
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
O Destruição, por Neil Gaiman.
Eu gosto das estrelas
Acho que é a ilusão da perpetuidade.
Quer dizer, elas estão sempre queimando.
Piscando e desaparecendo...
Mas eu posso fingir
Posso fingir que as coisas duram
Posso fingir que nossas vidas são mais que momentos
Deuses vêm e vão.
Mortais lampejam, reluzem e se apagam.
Mundos não duram...
Estrelas e galáxias são coisas transitórias e fugidias.
Piscam como vaga-lumes
E se desfazem em pó e frieza.
Eu posso fingir que gosto das estrelas
Esperando que alguma delas caia do céu.
Acho que é a ilusão da perpetuidade.
Quer dizer, elas estão sempre queimando.
Piscando e desaparecendo...
Mas eu posso fingir
Posso fingir que as coisas duram
Posso fingir que nossas vidas são mais que momentos
Deuses vêm e vão.
Mortais lampejam, reluzem e se apagam.
Mundos não duram...
Estrelas e galáxias são coisas transitórias e fugidias.
Piscam como vaga-lumes
E se desfazem em pó e frieza.
Eu posso fingir que gosto das estrelas
Esperando que alguma delas caia do céu.
Assinar:
Comentários (Atom)